30-07-2010 11:41:28
(Da esq p dir) Miguel Zacarias Filho, Augusto Gonçalves,
No dia 28 de julho a diretoria da ACA recebeu o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros e de Capitalização do Amazonas, Gilvandro Guedes de Moura; o corretor de seguros da PVA Seguros, Augusto Costa Gonçalves e o representante da empresa EMOPS, Miguel Zacarias Filho.
O presidente da ACA, Gaitano Antonaccio, disse que os empresários tentam entender o que foi exposto durante reunião realizada no dia 09 de junho com o Corpo de Bombeiros, quando foi observado que nem todas as empresas são aceitas pelas seguradoras. "Seguro é tratar de risco, logo não entendemos porque não se fazem seguros para todas as empresas interessadas e somente para aquelas que não estão sob risco", indagou Antonaccio. Gilvandro Guedes explicou que onde não foi feito contrato de seguro é porque foi constatado pela seguradora que as instalações não eram adequadas e nada foi feito para alterar o quadro após análise.
O presidente da ACA pediu os laudos técnicos da seguradora, porque vai cobrar juntamente com o Corpo de Bombeiros, as responsabilidades de empresários que causam situações de risco. O diretor da ACA, Ataliba Filho, comentou que o seguro em outras zonas da cidade não é tão caro como o do Centro.
O representante do Sindicato dos Corretores lembrou que tem Seguradora que já teve tanto prejuizo com prédios do Centro, que teve que fechar a carteira para não ter que majorar seus valores. O corretor de seguros Augusto Gonçalves afirma que na área central pelo menos 42 prédios são segurados, pois, obedecem às normas de risco que a companhia de seguros estabelece após vistoria. "Quando assinamos contrato de seguro temos ainda 15 dias para nos manifestarmos com relação a este contrato. A vistoria, geralmente, é feita por pessoas que vem de fora do Estado e seguem padrões pré estabelecidos para finalizarem seus relatórios. Elas dão prazos para empresas se regularizarem com o que estiver irregular mas muita gente não cumpre", disse ele.
Gaitano Antonaccio solicitou que EMOPS mapeie as empresas que têm extintores; pediu promoção no valor de extintores para que a ACA entre em ação no estimulo à aquisição por parte do empresariado.
O representante da empresa EMOPS, Miguel Zacarias, informou que não adiantam somente extintores. A EMOPS, segundo ele, também pode treinar colaboradores das empresas na utilização do equipamento. "Além disso, o Corpo de Bombeiros pede que em área acima de 750 m², seja disponibilizado um hidrante ,que precisa de um reservatório de 12.000 litros. Em área menor a 750 m² são necessários extintores e rotas de fuga. Acontece que estas medidas preventivas tem que ser adotadas pelas lojas vizinhas pois, em caso de incêndio, o fogo irradia calor para prédios,principalmente geminados", acrescentou ele.
Miguel Zacarias se colocou à disposição para realizar treinamentos com funcionários de empresários interessados em realizar fiscalização de prédios. Posteriormente irá repassar as providências necessárias a cada empresário que teve o prédio vistoriado, com cópia para ACA. Ele solicitou relação de empresas da Associação Comercial, com carta de recomendação para fiscalização. Gaitano Antonaccio confirmou apoio à iniciativa e lembrou que é preciso cobrar das pessoas que estão sendo nocivas à segurança de outros empresários por descaso com suas instalações.